domingo, 18 de fevereiro de 2018

Linha do Equador Nanyuki - Quênia

Um passeio interessante para fazer em uma visita ao Quênia é passar pela cidade de Nanyuki, província de Laikipia, distante 252 km de Nairóbi, onde se encontra a marcação oficial da linha imaginária que divide o planeta em dois hemisférios, a linha do Equador.
O Quênia é um dos 13 países por onde a linha do Equador passa. No local exato da marcação da linha imaginária, moradores da região fazem demonstrações com água e palitos que se movem sozinhos de acordo com o magnetismo do local.
Próximo de Nanyuki está localizado o monte Quênia, um extinto vulcão, o segundo maior da África, depois de Kilimanjaro.
Como na grande maioria dos passeio no Quênia, é possível sempre admirar, durante toda a viagem, a natureza pungente e impressionante da África.


Aqui passa a linha do Equador

Vista da área onde passa a linha imaginária

Turistas observando a demonstração feita com palitos e uma bacia de água onde o palito se move apenas pela magnetização do local

E os moradores do local seguem explicando o fenômeno da movimentação do palito na bacia de água

Detalhe da bacia de água com o palito que se move sozinho 

A beleza fria do Monte Quênia

domingo, 20 de agosto de 2017

Chicago - Estados Unidos

Hoje vou falar sobre uma das mais legais cidades dos Estados Unidos: Chicago.
Chicago, também chamada de "Cidade dos Ventos", é a terceira maior cidade dos Estados Unidos, contando com uma população de cerca de dois milhões e setecentos mil habitantes.
A cidade está banhada pelo rio Michigan e possui diversas atrações turísticas, além das tradicionais compras nas mais famosas lojas de marcas do país.
Um dos passeios que gostei muito foi o passeio de barco, que percorre os canais do rio Michigan na cidade. Nesse passeio, chamado de passeio da arquitetura, é possível apreciar toda a arquitetura e aprender um pouco mais da história de Chicago.
O tour com o ônibus de turismo pelas ruas da cidade também é bem legal, pois a pessoa compra o ticket e pode descer e subir a cada ponto turístico,  durante todo o dia, pagando um valor único.
Uma boa caminhada ao longo da costa do rio Michigan e o Navy Pier também é uma das atrações imperdíveis.
O Millennium Park  é outra interessante atração da cidade. No verão acontecem shows diários de música, dos mais variados estilos, ao ar livre.
O museu de arte de Chicago é simplesmente maravilhoso, por isso escreverei um post específico sobre ele em separado.
O Aquarium e o Museu de História Natural também merecem um post a parte.
Outro passeio imperdível é a visita a Willis Tower, antiga Torre Sears, que conta com 103 andares,  a mais alta torre de observação dos Estados Unidos. No local existe uma área toda de vidro, incluindo o chão, onde o visitante pode observar a cidade e tirar fotos como se estivesse caminhando nas alturas.
O quesito compras também é algo bem interessante, pois se o visitante  que chegar à cidade na época das liquidações é possível comprar muitos itens a preços realmente convidativos.
A cidade possui um sistema de transporte com trens e metrôs muito eficientes.
Curiosidades:
1) O mais antigo Mc Donalds dos Estados Unidos está em Chicago.
2) Umas das mais deliciosas pizzas do país também é de Chigaco.
3) Uma das igrejas mais visitadas na cidade é a  Quarta Igreja Presbiteriana, localizada na East Chestnut Street, que foi cenário do filme de Julia Roberts,  O Casamento do meu melhor amigo.


Vista durante o passeio de barco nos canais da cidade

Passeio de barco

Vista da cidade da Willis Tower

Vista da cidade com o lago Michigan em primeiro plano

Mais vista da cidade da Willis Tower

Piso de vidro na Willis Tower, a sensação é de flutuar sobre a cidade 
 
Mais uma vista da cidade da Willis Tower
 
Navy Pier

Mais Navy Pier

Vista do calçadão para caminhadas às margens do rio Michigan
 
Uma das esculturas mais famosas da cidade, o Feijão, que fica no Milleniun Park

Millenniun Park, local onde acontecem os shows no verão

Escultura que forma imagens a medida que os jatos de água vão escorrendo, também no Millenniun Park

Interior da igreja onde foram filmadas cenas do filme de Julia Roberts, " O casamento do meu melhor amigo" 

Famosa pizza de Chicago, a Giordano's Pizza

Ruas da cidade enfeitadas com abóboras a espera do Halloween

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Plovdiv - Bulgária

Hoje vou falar sobre esse charme de cidade que é Plovdiv, segunda maior cidade da Bulgária, com cerca de 370 mil habitantes. A cidade tem uma história de mais de 6 mil anos e é uma das cidades européias que mais tempo vem sendo habitada continuamente. Como a grande maioria das localidades do mundo antigo, Plovdiv já pertenceu a diversos povos e impérios, incluindo os impérios grego, romano, bizantino e otomano. Foi conquistada pelo pai de Alexandre o Grande,  o rei Felipe II da Macedônia, em 342 AC, que deu o nome de Philippopolis  a cidade . Durante o império otomano, Plovdiv era chamada de Filibe e se tornou um grande centro de movimentos políticos nacionalistas búlgaros. Em 1878 Plovdiv foi libertada do domínio otomano, na batalha de Plovdiv, tornando-se independente e se unindo a Bulgária em 1885. 
Na época em que a Bulgária era parte da União Soviética, a cidade foi centro de vários movimentos democráticos para a derrubada do regime socialista em 1989.
Plovdiv é uma cidade muito charmosa, com um centro histórico composto de construções otomanas e igrejas ortodoxas. Na parte moderna da cidade existem muitos restaurantes e cafés, como em toda a Bulgária, os habitantes do local são muito simpáticos e muitos deles falam, além do idioma búlgaro, o turco também.
Plovdiv será a capital européia da cultura em 2019, juntamente com a cidade italiana de Matera.




Teatro romano construído pelo imperador Trajano no século II DC, com capacidade para 6 mil pessoas



O  teatro ainda está em atividade e lá acontecem concertos de música clássica 



Mural artístico cristão pintado em edificação da cidade


Uma das ruas da cidade antiga


Ruínas do odeon romano, espécie de anfiteatro para pequenos concertos e shows.


Construção otomana na cidade antiga


Igreja de Santa Marina


Rua da cidade antiga


Outro exemplo de construção otomana na cidade antiga


Ruínas da época bizantina


Interior da igreja de São Constantino e Elena, dedicada ao imperador Constantino e sua mãe Elena.



Abóboda da igreja de São Constantino e Elena


Igreja de Sveta Nedelya.
(Nos fundos dessa igreja tinha um padre fumando escondidinho :) :)  ) 



Ruínas da cidade antiga de Philippopolis


Rio  Maritsa que divide a cidade


Rua Knyaz Aleksandarexclusiva para pedestres, no centro, na parte moderna da cidade


Mesquita Dzhumaya, a segunda mais antiga da Europa


Praça na rua Knyaz Aleksandar na parte moderna da cidade


Uma das várias praças de Plovdiv


Parte moderna da cidade

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Centro da Girafa (Giraffe Centre)

Hoje vou mostrar aqui outro lugar maravilhoso que pude conhecer na minha viagem ao Quênia. O Centro da Girafa, está localizado há cerca de 5 quilômetros do centro de Nairóbi, nas proximidades do Parque Nacional. O local foi fundado por Jock Leslie-Melville, neto de um conde escocês, e sua esposa, para a preservação da raça  Rothschild de girafas, ameaçada de extinção (isso mesmo, as girafas possuem raças, não são uma espécie de uma raça só). O centro foi estabelecido em 1979, em terras de sua propriedade, onde até hoje funciona. Em 1983, após o programa de preservação da Rothschild ser um sucesso, com vários exemplares sendo reintegrados à natureza, em parques nacionais no Quênia, o centro de visitantes foi aberto.
O centro de visitantes conta com observatório, onde o visitante paga um ingresso e recebe uma porção de ração, e é possível alimentar as girafas. No local, além de interagir com as girafas (que são animais extremamente dóceis e delicados) e os javalís, que ficam soltos e são amigáveis, o visitante visita uma pequena exposição e assiste a uma curta palestra sobre a  importância da preservação das girafas e da vida selvagem no Quênia.
Com o status de Organização Não Governamental (ONG), o Centro da Girafa se mantém com a cobrança de ingressos, com a venda de souvenirs em sua lojinha e com as doações de pessoas interessadas em contribuir com a preservação desses animais.
Além de receber os turistas e visitantes, o Centro da Girafa recebe, gratuitamente, crianças provenientes de escolas quenianas,a fim de ensinar às novas gerações, a importância da preservação da vida selvagem para o planeta e para a humanidade.
O centro da Girafa abre todos os dias, incluindo feriados e finais de semana, de 9 as 17 horas. Para quem tiver a oportunidade de visitar esse país, com sua natureza exuberante, não deixe de conhecer o Centro da Girafa.




Placa na entrada do centro descrevendo seu nome oficial e missão


Observatório das girafas 

No observatório as girafas ficam soltas na natureza e se dirigem ao local onde interagem com os visitantes que ficam em um plano mais alto

Visitante alimentando uma das girafas

O famoso beijo da girafa, o visitante coloca um pedaço de ração na ponta dos lábios e a girafa o retira delicadamente, sem machucar o visitante

Palestra sobre a vida selvagem e sua preservação

Javalis soltos e interagindo com visitantes e girafas

Exemplo de artesanato feito em madeira vendido no local

Girafa esperando alimentação dos visitantes

Girafas soltas na natureza, próximas do centro de visitantes